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28 de nov de 2016

Olá, pessoas!

Há alguns dias, me perguntaram quais músicas eu ouvia na hora de escrever e pediram indicações. Por isso, decidi criar uma playlist no Spotify com as músicas que geralmente ouço quando estou escrevendo.

E, como eu sei que quem gosta de ler também curte ouvir um sonzinho, destaco o meu Top 5 de canções que me inspiraram enquanto escrevia alguns dos meus textos publicados aqui no blog.

(O link da playlist está no final desse post.)

Rita Lee - Desculpe o auê

Para o texto: E se as baleias voassem?

Trecho: 
“É, Zeca, aqueles bichos gordos e enormes que nadam pelos mares cantando suas infindáveis canções de amor e de ninar. Quer dizer, vai saber, né?  Talvez elas tenham até canções populares – OS HITS DA TEMPORADA DE REPRODUÇÃO – que falam de carros, vadias, bebidas e ostentação. Não... não mesmo. As baleias não são assim, não são tão vazias quanto os humanos. Aliás, o vazio dos homens é do tamanho de uma baleia.”




Michael Jackson - Liberian Girl

Para o texto: Garota livre

Trecho: 

"Ela tem uma visão de mundo extraordinária
Aprendeu a ser livre, mesmo quando sua família
A prendia em correntes pesadas e enferrujadas.
Ela nunca acreditou que seria como sua irmã mais velha
Pois sempre quis ser ela mesma,  
Nada mais, nada menos"




Thalia - Gracias

Para o o texto: Carta - Adeus

Trecho: 

"Perdão pelas vezes que te fiz chorar, da vez que te deixei esperar e da que te disse que te odiava. Perdoe-me pelas poesias rasgadas, nunca consegui reescrevê-las. Pelas vezes que deixei de te ouvir para ouvir os outros, por ter te deixado só quando precisava do meu abraço. Prometo que nunca te esquecerei, que estará sempre num lugar especial do meu coração e te apoiarei quando precisar. Mas não me peça para começar de novo, os sinais já foram dados e já está vermelho pra gente agora. É o momento de seguirmos nossos caminhos, sozinhos." 


Rihanna - Same ol' mistakes

Para o texto: Não é mais o meu amor

Trecho: 

"Então ela está de novo ao meu lado 
E agora não sinto mais nada
Então agora eu vejo bem claro
Aquela ali não é mais o meu amor
É uma apenas a garota que me deixou no chão
Quando eu precisava de ajuda pra levantar"


Alejandro Sanz - No me compares

Para o texto: Eu não sou ele

Trecho: 

"Está tudo escrito em seu olhar, mas eu não consigo ler nada enquanto sua dúvida inquieta a minha alma. Seus dedos se apertam nas suas mãos, agora eu sinto que deveria te agarrar e te trazer de volta, mas o que posso fazer? Sua dúvida me imobiliza, eu simplesmente não sei reagir. Só me resta esperar até seu olhar reencontrar o meu aqui. Mas eu não sei esperar e talvez me apresse e me engane, pois meus sentimentos são desastrados mesmo. Há uma possibilidade que me entristece só de pensar que é a de te perder para uma lembrança. Talvez eu nunca o tenha superado, talvez eu seja um corredor por onde você apenas tenha passado para desviar dele, mas agora quer reencontrá-lo. Talvez o amor de toda a minha alma que eu te dei não seja o suficiente para cobrir o rombo que ele fez em seu coração, talvez eu tenha me iludido todo esse tempo a agora talvez eu me vire e vá embora antes da hora."








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25 de nov de 2016



Dizem que a primeira impressão é a que fica e até a ciência diz isso. Muitas vezes, a primeira também pode ser a última, pois nem sempre há uma segunda oportunidade, principalmente no mercado de trabalho. Mas trazendo isso pro âmbito pessoal, quando a gente não vai com a cara da pessoa, a gente se afasta e fim.

Mas pensa comigo, quantas vezes alguém já olhou pra você e disse: “nossa eu achava que fosse diferente” ou ainda “nossa eu te achava metido”. Quando isso acontece fico pensando: Nossa, será que eu realmente pareço ser assim?

Daí já começo a lembrar daquelas pessoas que me afastei por achar que seriam metidas, arrogantes, chatas, etc... Será que são assim mesmo? Não sei.
Mas a resposta para essa impressão ruim que temos de algumas pessoas pode estar justamente no nosso modo de ser.

Assista o vídeo em que falo sobre Primeiras Impressões:






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1 de nov de 2016



"De repente se meu coração é o oceano,
navegado por um novo amor inesperado"
(Flávio Venturini)

O coração é um pescador navegando mares em busca de amor, o seu alimento. O amor que o faz seguir em frente, superando limites ao cruzar mares desconhecidos. Guiado pelas estrelas, desenhando nas constelações no céu enquanto a Lua movimenta a maré em seu peito.
Entre um sonho e suspiro, segue adentrando mares por vezes calmos, por vezes revoltos, rasos ou profundos, todos sempre perigosos até que encontrar um porto seguro. O coração é um desbravador poético, sempre seguindo sua bússola em busca da terra firme jamais encontrada. Enfrentando tempestade após tempestade em busca da calmaria que norteia sua vida.
Mas os mares são sempre misteriosos, nunca se sabe onde estará a próxima armadilha. A mentira capturada em sua rede, causa-lhe a dor, danifica a embarcação e o naufrágio parece iminente. Mas o coração sabe que há sempre esperança, que o vento diminui e as águas se acalmam.
Continue a navegar, mesmo cansado! Pois há de chegar aquele dia em que, no horizonte, surgirá um novo amor que deslizará por suas águas em sua direção com doçura e liberdade. Ficando ao seu lado, disposto a navegar outros mil mares contigo, como jamais o fizeram antes.
Seu porto seguro, sua terra firme, seu alimento, sua calmaria.
E chegou.


Diogo Souza, 25 de agosto de 2016

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Autor

autorEstudante de jornalismo, escritor preguiçoso, poeta fracassado, ligeiramente otimista, irritantemente risonho e comicamente irritado.
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